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Mostrando postagens com o rótulo Realidade

Você luta por aquilo que já perdeu.

   Todo mundo defende a miséria sem perceber. A miséria é um dos piores parasitas, mas no caso do ridículo (para si). O tempo passa mas isso importa? O seu amor somente existe no pensamento, então. Nada dura para VOCÊ mas para a vida tudo dura, tudo é felicidade e para você que é o único otário que precisa aceitar que a vida é de um jeito e que não tem reparação. O tempo, a vida, o ódio, o amor andam juntas com uma única coisa: a morte. A morte te ensina a amar, te ensina a entender muitas coisas, muito mais do que só olhar para a vida mixuruca que você tanta implica a ligar. Você não ta vivo e então, para que lutar para defender o sofrimento?  Se a vida é nada, se o material é nada, então porque você ainda tentar defender alguma dignidade? Você não ta defendendo o seu corpo. Não ta defendendo a sua alma e nem muito menos algum resto de dignidade, não consciente, afinal, é o seu corpo e o seu desejo que ainda te mantem vivo te empurrando (e não arrastando). Você é o probl...

O quão consciente você é?

  Sempre é um desejo que comanda você ou então, o ódio desse desejo de não ser atendido imediatamente.  A vida sempre vai ser a sua inimiga quando não há um pingo de felicidade e você só consegue a felicidade com coisas óbvias que já são processadas como felicidade de uma forma "óbvia" que não precisa de muita reflexão. Mas ai então, na felicidade é a melhor coisa.  O desejo serve para ser mais um guia, algo que desenha a sua realidade mas que não deve comandar. Basicamente uma criança com controle deu uma máquina complexa, nenhum ato foi de fato calculado, não há uma lógica no automático ou coisa do tipo, e nem é a desgraça que te deixa triste, é o nada. O nada te deixa completamente desgraçado sem uma visão desejada sobre si e a própria vida, você se equivale a isso e não á tudo que já fez.  Uma birra que ri da sua consciência. Da sua força e liderança consigo mesmo e aderir aos desejos não é reconhecer a si mesmo, e muitas vezes fazer algo conscientemente não é na...

O que te faz ser alguém de "verdade"?

   Essa inquietação de não se sentir pertencente a alguma coisa é uma perfeição quebrada que te leva a crer que somente tendo um título, um mundo e um sentido que você será algo digno de se estar vivo. Não é só jovens que estão começando agora a vida que sofrem disso e que sentem uma insuficiência no próprio corpo, adultos que normalmente se sentem solitários ou então, que o peso da vida "responsável" tá tão pesada que uma grande incerteza da própria performance começa a crescer num nível anormal e então, vem na cabeça uma distorção de realidade e de que nada tá certo, e ai começa a jornada de, sem querer, fugir da própria natureza e mundo para se encaixar em outro que não pertence a você e muito menos a sua dignidade.  Se entregar a uma perfeição que não dê gosto a você, uma satisfação, é o que quebra totalmente a sua noção das suas ações, do que pensas e etc. Tentar se encaixar a um mundo que não pertence a você te transforma em outro ser e não em algo de verdade. Para...

A esperança é a primeira a morrer

                                                          A esperança é a   primeira a morrer  na desistência em   poucas tentativas.   É chato quando você se empolga com algo, como um sonho prestes a ser realizado ou você está começando a entrar nas primeiras etapas pra não dar certo de primeira. Nessa, a sua esperança e seus planos pra uma vida toda se despedaçam tudo de uma vez e toda vez que aparece alguma objeção a suas intenções (sejam boas ou ruins) você já perde a vontade e desiste de novo. Já aparece algum trabalho pesado (ou que aparenta ser pesado) que você acaba se estremecendo de preguiça ou de cansaço só de imaginar o trabalho todo que vai ter só que muito mais ou alguém te passa muitos detalhes pra algo novo e você nem consegue absorver tudo porque não consegue ter um gosto pelo fracasso.  ...

A surrealidade da morte e a realidade da vida

  Aquele Caos - Natureza, Deus e deuses, Demônios e perfeição e imperfeição. A morte que deu vida a existência A inexistência num quesito de realidade, é o culmino de ser o silêncio desse caos - Simplesmente aproveitar o seu próprio mundo, entender o próprio tempo e os momentos de ligar para mundos fora do seu e de como você não pode controlar esses mundos (e nem ser os artistas desses mundos), ser algo que sempre entra na brisa de qualquer um (mas sempre defendendo a própria inocência e dignidade) e entre algo que consegue ter a noção das próprias fraquezas e simplesmente permitir que todos existam e que possam falar de seus problemas a você, a vida deles (lembrando que você não deve resolver certos problemas para outros, mas sim ajudar) e de você simplesmente falar para eles sem a espera de ser algo "real" para viver. A vida é o realismo de uma obra-prima, falando artisticamente mesmo e não filosoficamente, onde até o detalhe mais boçal ou simples tornam um espaço inteiro e...

O trabalho interminado de Deus

    Eu não tenho religião nenhuma mas ainda sim, gosto de ouvir as histórias e até refletir sobre algumas vezes. Inclusive, uma das paradas que eu sempre penso em questão de Deus é sobre essa coisa de tornar todo mundo especial com destinos não a vistas ou previsíveis. Se você pensa nisso algumas vezes ou costuma chamar muito por Deus eu iria gostar de mais de discutir sobre isso com você: Se para Deus somos únicos e com destinos variados pra cada um, o que Deus ganha com isso? O que adiciona essa "missão" na existência desse "ser"? Comentem ai em baixo no blog!  A "alma", a essência de um ser é a cópia de um outro ser, não é perfeito. Uma escultura de sangue para ser uma criação única definitivamente e até divina pois em questão de Deus me faz sentido sermos pedaços dele, cada personalidade ou forma dele, tornando "ele" também imperfeito e a usa existência. Um paradoxo que ainda pode se expandir para algo além dele. O desconhecido não é impossív...

A obra-prima do vazio (livre arbítrio não existe)

   Robert Sapolsky (Neurocientista, escritor e professor de ciências biológicas e de neurologia e ciências neurológicas e de neurocirurgia na Universidade de Stanford nos EUA) - "Somos a soma do que não podemos controlar"    Você é o fantasma resultante das escolhas e da natureza dos seus antepassados. Não existe livre arbítrio como o próprio Sapolsky diz. Ninguém é "puramente" real, e para mim, o livre arbítrio nunca é relacionado a ser "vivo', é mais na liberdade "rebelde", natureza mesmo porque isso é a base da sua arte. Das graças que você adquire e cria na vida, mas ai, ainda não é totalmente a sua "individualidade". Não é totalmente a natureza que te define, (Só por ela mesma, no caso. Muitos outros cientistas que criticam as ideias do Sapolsky falam que o livre arbítrio é algo muito além da metafísica e etc. E não só a parte biológica), porque ainda sim, existe a parte onde você cria "consciência" e um autoconhecimento...

Você nasceu de um universo mas não pertence ás loucuras dele

     O mundo é esquisito mas nem essa definição existe, esse é o paradoxo da vida, mas muitos insistem que existe uma coisa "estritamente" específica e não algo logicamente especifico, e normalmente esse pessoal que vivem em ciclos de se "comportar" nessa realidade acabam passando essa loucura para outros que nascem desse "pequeno universo". É de se pensar que todos aqueles que pregam os mundos insignificantes normalmente não aguentam o próprio mundo, e assim acham que isso é ser "forte" e ser realista. Forte em se humilhar e em ser humilhado pelo mundo todo.   Uma coisa é ser religioso ou acreditar totalmente em alguma "lei" ou coisa do tipo e ainda sim, saber que você não deve seguir as ideias que ferram com a dignidade de alguém ou a de você mesmo e outra é concordar com absolutamente tudo, ter medo ou só não pertencer mais ao próprio corpo e a sua dignidade ou a honra de alguém ser menos importante do que esse "realismo" t...

A beleza efêmera da morte

     A vida e a morte são iguais, de certa forma. Iguais em questão de serem "efêmeras" e não "lados" ou coisas excentricamente "reais".  Nenhuma delas precisam pensar em ter um corpo (seja um corpo que é "descrito" como feio ou bonito) ou qualquer tipo de escolha que envolva "um lado" o tempo todo. Não precisam ser alguma coisa de fato, e isso se aplica a sua vida que ta sempre te questionando o que você é, se você é digno, se tu é um monstro ou uma coisa perfeita ou ótima, e isso enche muito o saco e perde até o sentido de reclamar disso algumas vezes, só fica horrível. O mundo fica entre coisas horríveis e coisas "extremamentes" bonitas e só. A vida fica boçal. Não sai do seu sofrimento ou do sofrimento do mundo em geral.   Há momentos apropriados para lidar com questões fora do seu controle. Encarar a realidade sem defesas é como gritar contra uma parede, sem resposta. A vida é um paradoxo que exige autoconhecimento, e a...

Realidade - É realmente uma coisa que existe?

É muito difícil pensar na realidade sem perder o fio da meada, sem perder o foco, ou chegar a um ponto que ainda não tem uma resposta boa e satisfatória. A realidade é uma arte, um mistério que você carrega, e então você a agracia com o que "alcança" e não com o que você não entende ou nem consegue "saber". Caso contrário, você acabará em algum nível de insignificância ou simplesmente perdido, ficando com um certo medo que você nem consegue explicar.    A vida é uma esfinge efêmera e infinita. Uma arte canibal que devora a própria carne para criar seu próprio universo, e aqui está uma possível demonstração de que você ainda faz parte dessa grande arte, e não que é um mordomo de algum Deus ou que está condenado nessa realidade ferrada e bizarramente linda e misteriosa ao mesmo tempo. Essa esfinge às vezes lhe perguntará se você é real ou se a vida é a única coisa "certa", enquanto você é o veneno que corre em seu sangue. Todo mundo pensa firmemente de que h...

Seja arte, seja morto - Morto a insignificância

      "Seja arte, seja morto" - É comum dizer que a vida é cruel, que a vida é isto ou aquilo. Mas, se você parar para pensar, até mesmo o que se proclama como "ajuda", como a religião (qualquer religião) ou algumas filosofias como o existencialismo de Sartre, que coloca o peso da liberdade total sobre seus ombros, também te ferra um pouco. Todos têm um bom ponto, mas sempre te deixam em uma insignificância gigantesca, enquanto só o resto que é uma obra-prima. Meus parasitas, minhas pinturas, te ajudam a pensar com leveza sobre sua própria vida e a separar a grandeza do universo da sua existência inocente. Estar morto para a vida que te obriga a ser patético para ser uma arte em si mesmo. Uma obra-prima que também faz parte do universo. Um pequeno universo ambulante.   Este é o movimento da minha arte: estar morto para o mundo ao qual você não pertence e não controla. Ser a obra-prima e o artista que constrói a alegria de viver ao estar ciente de suas fraquezas ...