A surrealidade da morte e a realidade da vida
Aquele Caos - Natureza, Deus e deuses, Demônios e perfeição e imperfeição.
A morte que deu vida a existência
A inexistência num quesito de realidade, é o culmino de ser o silêncio desse caos - Simplesmente aproveitar o seu próprio mundo, entender o próprio tempo e os momentos de ligar para mundos fora do seu e de como você não pode controlar esses mundos (e nem ser os artistas desses mundos), ser algo que sempre entra na brisa de qualquer um (mas sempre defendendo a própria inocência e dignidade) e entre algo que consegue ter a noção das próprias fraquezas e simplesmente permitir que todos existam e que possam falar de seus problemas a você, a vida deles (lembrando que você não deve resolver certos problemas para outros, mas sim ajudar) e de você simplesmente falar para eles sem a espera de ser algo "real" para viver.
A vida é o realismo de uma obra-prima, falando artisticamente mesmo e não filosoficamente, onde até o detalhe mais boçal ou simples tornam um espaço inteiro em algo incrível (até nos piores horizontes), enquanto a morte é um surrealismo que imortaliza isso tudo ao caos novamente, como se fosse um verniz, para desabrocharem novos átomos de realismo que compõem a vida, o grande corpo morto sem forma que se devora para criar. A biologia da Morte, a arte canibal.



Comentários
Postar um comentário