É muito difícil pensar na realidade sem perder o fio da meada, sem perder o foco, ou chegar a um ponto que ainda não tem uma resposta boa e satisfatória. A realidade é uma arte, um mistério que você carrega, e então você a agracia com o que "alcança" e não com o que você não entende ou nem consegue "saber". Caso contrário, você acabará em algum nível de insignificância ou simplesmente perdido, ficando com um certo medo que você nem consegue explicar.
A vida é uma esfinge efêmera e infinita. Uma arte canibal que devora a própria carne para criar seu próprio universo, e aqui está uma possível demonstração de que você ainda faz parte dessa grande arte, e não que é um mordomo de algum Deus ou que está condenado nessa realidade ferrada e bizarramente linda e misteriosa ao mesmo tempo. Essa esfinge às vezes lhe perguntará se você é real ou se a vida é a única coisa "certa", enquanto você é o veneno que corre em seu sangue. Todo mundo pensa firmemente de que há realidade mas oque é uma realidade para uma existência em si que já nem tem sentido também? Pra que caçar o sentido do infinito se você não consegue conviver consigo mesmo nem neste mundo?
Para alcançar o sentido do universo e como ele foi criado, e por que você está aqui, você precisa, por exemplo, entender sobre arte. Existem muitos tipos de arte, como a minha: Darkart (pessoal ainda ta discutindo se é ou não é um movimento artístico mas isso é tema para outro dia). Então, você obtém os estilos de cada artista nesse movimento, as técnicas e o que eles usam para construir suas obras, e então você precisa saber sobre muitas coisas e detalhinhos ferrados e infinitamente cansativos, mas nunca chegará ao final, porque sempre há algo novo a ser descoberto, alguma nova técnica, porque qualquer coisa pode ser arte (se você souber o que está fazendo). Você não pode impor uma limitação ou buscar o sentido do infinito com apenas um caminho lógico, mas pode estabelecer um limite para não sucumbir ás perguntas da esfinge que não são necessárias para serem respondidas na hora, pelo menos. O que você precisa realmente responder e sempre refletir é a sobre "O que seria melhor para você?" no seu universo. Na sua realidade. A vida é efêmera e bizarra em seus sentidos e um paradoxo em suas respostas, mas infinita na arte de se adaptar a seus hospedeiros.

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Seja respeitoso - Não xingue ninguém, não humilhe, não faça piadas desnecessárias, não tenha vergonha de fazer perguntas pois não existem perguntas idiotas de mais para não serem respondidas. Críticas devem ser construtivas para que haja algum engajamento entre os outros hospedeiros leitores também, se não nem perde tempo escrevendo.