O tempo é uma das coisas mais cobiçadas, ainda mais que o amor. Ninguém controla direito e muito menos respeita o tempo mesmo tendo uma rotina sendo seguida a risca, nem mesmo eu que vivo o mesmo dia todo ano consigo respeitar o tempo fazendo as mesmas coisas de sempre que tanto gosto. Você almeja o tempo mas o tempo as vezes parece que não almeja você, e simplesmente continua a viver sem você, silenciosamente, enquanto você quem grita. Veja como você suplica pelo tempo: esperando. Você espera que algo aconteça para você poder fazer alguma coisa. Morto mas aflito e não como uma arte, imóvel silenciosamente de uma forma imponente e gritante. E ai, é o jogo de controle: Quem controla quem? Quem comanda quem? O clássico da filosofia. Sempre tem alguém controlando enquanto o outro simplesmente obedece. O jogo da natureza. O tal do alfa que mantém a tropilha (não digo matilha pois a origem do tal alfa é na verdade dos cavalos e não dos lobos uma informação que aparenta ser ...
Aquele Caos - Natureza, Deus e deuses, Demônios e perfeição e imperfeição. A morte que deu vida a existência A inexistência num quesito de realidade, é o culmino de ser o silêncio desse caos - Simplesmente aproveitar o seu próprio mundo, entender o próprio tempo e os momentos de ligar para mundos fora do seu e de como você não pode controlar esses mundos (e nem ser os artistas desses mundos), ser algo que sempre entra na brisa de qualquer um (mas sempre defendendo a própria inocência e dignidade) e entre algo que consegue ter a noção das próprias fraquezas e simplesmente permitir que todos existam e que possam falar de seus problemas a você, a vida deles (lembrando que você não deve resolver certos problemas para outros, mas sim ajudar) e de você simplesmente falar para eles sem a espera de ser algo "real" para viver. A vida é o realismo de uma obra-prima, falando artisticamente mesmo e não filosoficamente, onde até o detalhe mais boçal ou simples tornam um espaço inteiro e...