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A natureza é mau, mas não vil (E você também é)

  A diferença do mau para o vil é que o mau ainda prevalece o bem, enquanto para o vil o mau é uma virtude e, principalmente, uma justiça. Para o vil não há vida que importa, nem a dele, por incrível que não pareça pois todo ser reconhece que ao entrar no território de outro ser e ainda destruir algo, vai ser degolado.   Toda natureza deseja alguma coisa, mesmo que não acredite naquilo, tal qual o Ateu desejaria que realmente um Deus bom existisse e tal qual o vil deseja que a sua natureza fosse real. Você deseja e espera que algo fosse real, tal qual a moral que te obriga a viver em uma lei que 50% age pelo bem, mas não com a intenção do bem. A lei é uma organização mas não uma obrigação de fato, nenhum ser vive diretamente com toda cláusula na cabeça e todo mundo é ruim nos olhos da lei. E então, eu te digo: a luz total é o retrato da arrogância. Não importa se é para o bem ou se é para o mau.  Para tudo e até no bom sempre haverá alguém que não ficará satisfeito c...

O trabalho interminado de Deus

    Eu não tenho religião nenhuma mas ainda sim, gosto de ouvir as histórias e até refletir sobre algumas vezes. Inclusive, uma das paradas que eu sempre penso em questão de Deus é sobre essa coisa de tornar todo mundo especial com destinos não a vistas ou previsíveis. Se você pensa nisso algumas vezes ou costuma chamar muito por Deus eu iria gostar de mais de discutir sobre isso com você: Se para Deus somos únicos e com destinos variados pra cada um, o que Deus ganha com isso? O que adiciona essa "missão" na existência desse "ser"? Comentem ai em baixo no blog!  A "alma", a essência de um ser é a cópia de um outro ser, não é perfeito. Uma escultura de sangue para ser uma criação única definitivamente e até divina pois em questão de Deus me faz sentido sermos pedaços dele, cada personalidade ou forma dele, tornando "ele" também imperfeito e a usa existência. Um paradoxo que ainda pode se expandir para algo além dele. O desconhecido não é impossív...

A obra-prima do vazio (livre arbítrio não existe)

   Robert Sapolsky (Neurocientista, escritor e professor de ciências biológicas e de neurologia e ciências neurológicas e de neurocirurgia na Universidade de Stanford nos EUA) - "Somos a soma do que não podemos controlar"    Você é o fantasma resultante das escolhas e da natureza dos seus antepassados. Não existe livre arbítrio como o próprio Sapolsky diz. Ninguém é "puramente" real, e para mim, o livre arbítrio nunca é relacionado a ser "vivo', é mais na liberdade "rebelde", natureza mesmo porque isso é a base da sua arte. Das graças que você adquire e cria na vida, mas ai, ainda não é totalmente a sua "individualidade". Não é totalmente a natureza que te define, (Só por ela mesma, no caso. Muitos outros cientistas que criticam as ideias do Sapolsky falam que o livre arbítrio é algo muito além da metafísica e etc. E não só a parte biológica), porque ainda sim, existe a parte onde você cria "consciência" e um autoconhecimento...

Você nasceu de um universo mas não pertence ás loucuras dele

     O mundo é esquisito mas nem essa definição existe, esse é o paradoxo da vida, mas muitos insistem que existe uma coisa "estritamente" específica e não algo logicamente especifico, e normalmente esse pessoal que vivem em ciclos de se "comportar" nessa realidade acabam passando essa loucura para outros que nascem desse "pequeno universo". É de se pensar que todos aqueles que pregam os mundos insignificantes normalmente não aguentam o próprio mundo, e assim acham que isso é ser "forte" e ser realista. Forte em se humilhar e em ser humilhado pelo mundo todo.   Uma coisa é ser religioso ou acreditar totalmente em alguma "lei" ou coisa do tipo e ainda sim, saber que você não deve seguir as ideias que ferram com a dignidade de alguém ou a de você mesmo e outra é concordar com absolutamente tudo, ter medo ou só não pertencer mais ao próprio corpo e a sua dignidade ou a honra de alguém ser menos importante do que esse "realismo" t...

A beleza efêmera da morte

     A vida e a morte são iguais, de certa forma. Iguais em questão de serem efêmeras e não "lados" ou coisas excentricamente "reais".  Nenhuma delas precisam pensar em ter um corpo (seja um corpo que é "descrito" como feio ou bonito) ou qualquer tipo de escolha que envolva "um lado" o tempo todo. Não precisam ser alguma coisa de fato, e isso se aplica a sua vida que ta sempre te questionando o que você é, se você é digno, se tu é um monstro ou uma coisa perfeita ou ótima, e isso enche muito o saco e perde até o sentido de reclamar disso algumas vezes, só fica horrível. O mundo fica entre coisas horríveis e coisas "extremamentes" bonitas e só. A vida fica boçal. Não sai do seu sofrimento ou do sofrimento do mundo em geral.   Há momentos apropriados para lidar com questões fora do seu controle. Encarar a realidade sem defesas é como gritar contra uma parede, sem resposta. A vida é um paradoxo que exige autoconhecimento, e a morte perma...

O amor que ama mesmo inexistindo

      O amor não precisa ser algo consciente o tempo todo, nem mesmo correspondido. Os solitários ainda amam inexistindo para o seu amor e para o seu destino, mesmo que não seja como o esperado. Aqueles cansados de suas próprias presenças únicacamente sempre buscarão o amor, mas nunca terão a noção da inocência desse sentimento. Seu foco não deve ser a solidão, mas sim sua intuição para amar, para nunca esquecer que está em uma situação que deixa a sua atual fraqueza muito á tona. Mas o amor é algo extremamente frágil e volátil que até os mais narcisistas conseguem ser destruidos e perdem suas honras pela humilhação de não conseguirem ser amados pelo mundo ou por qualquer outra coisa e se no momento, seu amor por si mesmo já não for o suficiente para se autodefender sobre tal humilhação de querer "curar" essa solidão logo, você não iria conseguir compreender que perdeu o seu mundo para uma alma (ou almas) que nem fizeram um esforço por você nem na maldade. O amor pode se...

A matemática imperfeita da anatomia humana á perfeição

  A realidade não é certa nem matematicamente correta. A realidade humana foi moldada pela expectativa de perfeição e fracasso, de insignificância. Mas mesmo aqueles com o maior status e as maiores conquistas físicas e atléticas não conseguem alcançar uma satisfação de seus sucessos. A esfinge da vida os faz questionar se são verdadeiramente belos e dignos o suficiente para existirem neste vasto mundo. No entanto, eles ainda precisam encontrar sentido em suas vidas várias, e várias vezes.   A vida às vezes perde o sentido, isso é normal, mas a perfeição é uma musa ingrata que te transforma em um maníaco por seus próprios erros e fracassos, um ser que nunca encontrará o êxtase da perfeição e nem o significado da perfeição para si mesmo.   Os humanos são de uma beleza bizarra, assim como o mistério da vida. Mas não foram projetados para a perfeição, especialmente para criaturas que já falharam com a perfeição no início, pensando que a perfeição é o único sentido...

Maturidade não é perder a inocência

           Maturidade é o que te faz rir dos seus fracassos, degustar deles com até uma certa nostalgia ou para ter uma noção do seu progresso na vida ou em qualquer coisa do mais simples e besta ao mais complexo. Só se perde a inocência quando você permite, de uma forma muito brusca e no reflexo da aflição, que suas dores comandem seu coração e sua mente, te colocando em um trajeto de precisar se sentir superior ou a prioridade, vingado ou de não permitir que os outros riam de seus fracassos, medos ou qualquer outra coisa.  A maturidade te ensina a separar os momentos traumáticos dos momentos tediosos ou simples e te ensina que até a raiva é um instrumento de inspiração e de força, mas somente quando o inimigo ou o problema é realmente algo necessário de não ser ignorado.  E, ao contrário do que as pessoas pensam, a maturidade não traz autoridade por si só; ela precisa ainda mais de como você reage ao mundo ao seu redor, da sua paciência com os e...