Maturidade é o que te faz rir dos seus fracassos, degustar deles com até uma certa nostalgia ou para
ter uma noção do seu progresso na vida ou em qualquer coisa do mais simples e besta ao mais complexo.
Só se perde a inocência quando você permite, de uma forma muito brusca e no reflexo da aflição, que suas dores comandem seu coração e sua mente, te colocando em um trajeto de precisar se sentir superior ou a prioridade, vingado ou de não permitir que os outros riam de seus fracassos, medos ou qualquer outra coisa. A maturidade te ensina a separar os momentos traumáticos dos momentos tediosos ou simples e te ensina que até a raiva é um instrumento de inspiração e de força, mas somente quando o inimigo ou o problema é realmente algo necessário de não ser ignorado.
E, ao contrário do que as pessoas pensam, a maturidade não traz autoridade por si só; ela precisa ainda mais de como você reage ao mundo ao seu redor, da sua paciência com os erros dos outros e de sua autodefesa contra pessoas imaturas ou ignorantes. Infelizmente, a maturidade pode aparecer de uma forma muito pesada, mas não deve impedir certas graças da vida por muito tempo. Você ainda pode rir de coisas "bestas", mas jamais rir dos outros ou impor a sua dor como algo que precisa ser vingado ou então, predominantemente a sua realidade. Entrar num caminho de se repreender para ser sempre sério é tornar a maturidade um peso enorme e insuportável que te impede de tolerar problemas e de ter paciência com coisa irritantes ou que não aparentam dar progresso.
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